quinta-feira, 14 de maio de 2009

Fantasma de você.

Onde você não existe, não posso existir.
Minhas mãos estão proximas às suas, minha mente também.
Quando você fecha teus olhos, eu adormeço,
quando você me chama, eu vou.
Pois à sua voz, eu não resisto.
A noite não me é mais sombria,
pois eu sei que não estou sozinho.
Daria tudo para te ter, a minha vida para te tocar.

Mas quando acordo, não te tenho mais.
Você está longe de mim!
Temo nunca mais te tocar,
Temo nunca mais te beijar,
Temo um dia te deixar
E um dia, te perder para sempre...


Inspirado em Last Kiss do Pearl Jam

Astronauta de Mármore.

O Astronauta de Mármore - Nenhum de Nós



"A lua inteira agora
É um manto negro
Oh! Oh!
O fim das vozes no meu rádio
Oh! Oh!
São quatro ciclos
No escuro deserto do céu...

Quero um machado
Prá quebrar o gelo
Oh! Oh!
Quero acordar
Do sonho agora mesmo
Oh! Oh!
Quero uma chance
De tentar viver sem dor...

Sempre estar lá
E ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar...

Sempre estar lá
E ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite
Vai temer o fogo...

Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul...

Hum! Hum! Hum Hum! Hum!...

A trajetória
Escapa o risco nú
Uh! Uh!
As nuvens queimam o céu
Nariz azul
Uh! Uh!
Desculpe estranho
Eu voltei mais puro do céu...

A lua o lado escuro
É sempre igual
Al! Al!
No espaço a solidão
É tão normal
Al! Al!
Desculpe estranho
Eu voltei mais puro do céu...

Sempre estar lá
E ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar...

Sempre estar lá
E ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite
Vai temer o fogo...

Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul...

Estar lá!
E ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar
Sei que estar lá
E ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite
Vai temer o fogo...

Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul..."

domingo, 10 de maio de 2009

Dia das Mães.

Mãe coruja


Deixo aqui meus parabéns para todas as mulheres que tiveram a coragem de ter filhos.
Que nos carregaram por nove meses (ou mais/ou menos) deformando seus corpos, mudando suas vidas radicalmente e ainda sentindo uma dor dusinferno na hora de nos trazer à vida.
Que trocaram fraldas, receberam gofadas, não dormiram, limparam vômitos, cuidaram/cuidam de nós quando ficamos doentes, machucados e/ou bêbados.
Que nos provém comida, casa, roupa lavada e passada, dinheiro, e tudo o que desejamos (mesmo que não seja na hora desejada por nós).

Que não recebe presente no dia delas e não ficam com raiva.

Obrigada mãe por esse amor incondicional, que se repararmos bem, se parece muito com a burrice.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Ao alcance de meus olhos.

Quando te vejo,
Me rendo às emoções.
Quero gritar teu nome, mas a voz me falta.
Quero correr e abraçar-te, mas minhas pernas bambeiam.
Quero beijar-te , mas a coragem não vem...

Quando te vejo,
Tudo muda dentro de mim.
Meu coração pára.
Minha mente paraliza.
Minhas entranhas congelam.

Quanto te vejo,
a única coisa que anseio é te ter ao meu lado.
Sentir teu cheiro.
Tocar tua pele.
Ouvir tua voz.

Infelizmente,
Você não está ao alcance de meus olhos.


Quando o insight vem, você tem que escrever...