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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Fazendo parte da massa... Atualização 1.0

E para 2010:

  1. Viajar para Campinas - São Paulo; (De preferência antes de fazer 20 anos)
  2. Voltar para o ballet;
  3. Vadiar menos na faculdade e estudar de verdade; (Falei a mesma coisa no semestre passado, não cumpri. Veremos se isso muda...)
  4. Parar de deixar trabalhos da faculdade para cima da hora;
  5. Ler, no mínimo, 30 livros; (De acordo com meu professor de Literatura esse é o número mínimo de livros que uma pessoa deveria ler por ano)
  6. Postar mais no Peripécias;
  7. Tentar manter meu quarto organizado; (Oh God...)
  8. Comprar menos, e consequentemente, guardar dinheiro;
  9. Emagrecer uns quilinhos (questão de saúde...)
  10. Parar de comer besteira na rua; (Acho que vai ser complicaaado...)
  11. Começar a pensar na minha monografia;
  12. Diminuir o hábito de roer unha (quem sabe meditar para aliviar a tensão?);
  13. Separar minhas roupas, doar as que não uso mais (principalmente meus casacos) e, talvez, dar uma renovada no guarda-roupa =];
  14. Tirar a segunda via do meu RG (Ninguem merece usar uma foto de quando se tinha 9 anos de idade);
  15. Ir mais ao cinema (Estréias bombásticas em 2010);
  16. Comer 1 prato exótico que nunca tenha comido na vida (Difícil...);
  17. Fazer minha tattoo (Se eu tiver a coragem necessária para tal.);
  18. Ir ao zoológico (Adoro, e só fui uma vez na vida, e ainda nem completei o passeio.);
  19. Entrar na minha aula de canto;
  20. Ler Hannibal em inglês; (Quero fazer isso desde ano passado.)
  21. Tirar minha carteira de motorista;(Espero que mamys ajude nesse aqui.)
  22. Rever velhas amizades; (Saudade do povo do Ensino Médio.)
  23. Continuar sendo uma não-fumante;
  24. Organizar meus HDs, gravar as séries/animes que já terminei para liberar espaço no HD, usar o mp3tag para organizar minhas músicas (Eu? Tentando ser organizada?)
  25. Ir ao médico regularmente (com exceção do ortopedista, esse já visito bastante);
  26. Parar de me auto-medicar;
  27. Comprar os episódios I e II de Star Wars (ou o box da trilogia nova, se alguém quiser me dar de presente, será muito bem vindo);
  28. Deixar pelo menos parte da preguiça exacerbada de lado;
  29. Continuar doando sangue; (Vamos salvar vidas!)
  30. Depositar na minha conta poupança no final do ano R$20,00 para cada resolução não cumprida. ( Ç.Ç )

Nunca fui muito de fazer essas listinhas de começo de ano, mas sei lá, são coisas que quero fazer há muito tempo e nunca fiz (não sei porque...).
Quem sabe se estiver escrito aqui, eu me sinto mais comprometida com minhas metas.

\o

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Neil Gaiman

[...]

Ler uma obra dele seria o seguinte: imagine que exista a cadeira e a porta. Contudo, a porta está aberta; só que a diferença é que não há nada lá. Ao menos, não ainda.

Você então senta e Gaiman lhe pede que tome um chá preparado com ervas desconhecidas.

Ele se senta ao seu lado, espera fazer efeito e é extremamente educado com você o tempo inteiro. As tais ervas utilizadas no chá não serão exatamente originais; aliás, se você pedir ele irá lhe contar todas as vezes e todas as diferente receitas com que ela foi utilizada ao longo da história da humanidade, e aos poucos você perceberá que, ainda assim, ele parece ter dado um toque próprio ao tempero, melhorando, ou ao menos atualizando, a receita original.

E então o chá começa a fazer efeito. E a í, meu amigo, a coisa começa pra valer.

Porque de repente a cadeira não vai mais parecer estar no chão; de repente o chão, que era de concreto, se torna vidro; de repente as suas mãos irão parecer distorcidas ou pequenas demais; de repente o seu pensamento começará a se tornar as imagens de um filme saídas de um projetor do meio da testa; de repente tudo poderá acontecer e, mais do que isso, poderá acontecer de duas pessoas visualizarem as mesmas partes de uma mesma experiência de maneiras e visões completamente diferentes.

E então o monstro que deveria estar naquela porta até pode ser que apareça. Mas é aquilo; se você tomou o chá que Gaiman lhe ofereceu, esse monstro nunca será bem definido.

Pode ser que você o odeie, é verdade; mas pode ser que você se identifique com ele; pode ser que você o compreenda; que dê razão ou sinta pena; que não compreenda nem mesmo porque é aquele o monstro, e não os outros personagens da história.

A complexidade por detrás das motivações (na maioria das vezes trágica, que são mesmo as melhores) daquele monstro podem fazer, inclusive, você se compreender melhor como ser humano. E terminar a história se perguntando se existia mesmo um monstro ali, ou se tudo fora fruto da sua visão alterada na ocasião.

E quando o efeito do chá passar, Gaiman ainda vai estar ali com seu jeito extremamente educado, perguntando se você está bem e pedindo, por favor, para que, quando melhorar, você lhe envie uma mensagem por e-mail, blog, twitter ou a próxima tecnologia que substitua tudo isso.

[...]

Vi aqui ó

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Lugar Nenhum - Neil Gaiman



Neverwhere ( pt: Lugar Nenhum) foi uma série criada em 1996 para a Rede Britânica BBC por Neil Gaiman e Lenny Henry e foi ao ar em seis episódios. Após uma década de sua criação é lançado no Brasil com o título Lugar Nenhum e no formato de romance.

A história narra a saga do jovem escocês Richard Mayhew após encontrar uma garota misteriosa e ferida no meio da rua e decide ajudá-la. A partir daí sua vida entra num rodamoinho de aventuras e fantasias aterradoras para qualquer ser humano normal. Por seu ato nobre ele deixa de pertencer a sua vida e caminha por uma outra Londres, a Londres-de-Baixo. Lá entra em contato com seres fantásticos e mágicos e percebe não se encaixar mais em lugar algum, além de encarar um novo mundo que funciona com regras diferentes da que está habituado e com seres que desconhecem os códigos de sobrevivência da Londres-de-Cima.

___________

Uma história envolvente, surpreendente e mágica, que nos faz imaginar e consequentemente viajar para um lugar onde tudo é possível... desde uma família com a habilidade de abrir portas que nem mesmo existem a um mercado que acontece nos mais improváveis lugares onde todas as pessoas, amigas e inimigas, convivem em paz.

Mais uma obra prima do gênio, Neil Gaiman...

Está mais que recomendado...

sexta-feira, 17 de abril de 2009

A menina que roubava livros.

de Markus Zusak.

Simplesmente SUBLIME.

"O ser humano é contraditório. Um punhado de bem, um punhado de mal. É só misturar com água."