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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Fatos rápidos sobre mim

  1. Tenho 20 anos.
  2. Sou viciada em Mentos.
  3. Adoro ouvir rock.
  4. Sou fã do Neil Gaiman.
  5. Acredito que chorar alivia a alma.
  6. Quero ser professora de inglês.
  7. Danço, e jogo futebol americano.
  8. Nunca saí do país.
  9. Prefiro ficar em casa do que ir para um lugar cheio de gente.
  10. Não gosto de café, nem chá, nem leite.
  11. Fico muito tempo da minha vida em frente ao computador.
  12. Nunca usei lentes porque sei que irei sumi-las na primeira semana.
  13. Tenho doenças nos joelhos e no resto do corpo.
  14. Sou fã de Star Wars.
  15. Amo escrever.
  16. Adoro assistir anime e séries de TV.
  17. Sempre estou lendo algum livro.
  18. Meus jogos prediletos são Rockband e Super Mário World 3.
  19. Sou leonina, não acredito muito em horóscopo, mas mesmo assim, dou uma olhada às vezes.
  20. Jogo RPG.
  21. Estudei em 6 colégios diferentes em minha vida.
  22. Sei e gosto muito de cozinhar, mas não para mim mesma.
  23. Meu primeiro videogame foi um Sega.
  24. Meu trabalho atual é dentro de uma sala com 25 criaturas de 7 anos.
  25. Adoro tomar refrigerante.
  26. Adoro cantar, atuar e dançar.
  27. Aprendi a nadar quando criança, mas nunca consegui pular de ponta.
  28. Volta e meia tenho dejavu.
  29. Me acostumei a ir ao médico, e na verdade, eu gosto de tomar remédio.
  30. Atualmente uso aparelho fixo, e acho uma bosta.
  31. Tenho medo de escuro.
  32. Volta e meia tenho insônia, nos dias mais inapropriados (diga-se de passagem).
  33. Adoro joguinhos em flash.
  34. Hoje em dia eu, e mais metade do mundo, não vive sem internet.
  35. Não sou nenhum pouco religiosa.
  36. Sou desorganizada por natureza.
  37. Gosto de mudar de musica antes dela terminar, quando não estou cantando.
  38. Valorizo muito meus amigos, e sinto muita falta dos que se foram.
  39. Amo o céu.
  40. Mudo de humor com uma facilidade incrível, principalmente de bem para triste.
  41. Posso ouvir a mesma musica quinhentas vezes no mesmo dia que não enjoo.
  42. Amo festas a fantasia.
  43. Sou uma "google maniac".
  44. Escrevo melhor quando estou triste.
  45. Me irrito muito fácil.
  46. Amo inventar arte, mesmo não tendo talento para.
  47. Odeio a Jennifer, sem nem mesmo conhecer.
  48. Sou botafoguense.
  49. Penso mil vezes antes de fazer algo, e ainda assim me arrependo.
  50. Hoje é meu aniversário!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Coisa bizarra, é bizarra

Que existe cientista louco todo mundo sabe, que muitos experimentos bizarros já foram feitos, também. Agora, quais foram esses experimentos pouca gente sabe. Segue aí cinco experimentos bizarros e macabros já realizados.

  1. O experimento que mostrou que somos assassinos em potencial: em 1964, o pesquisador Stanley Milgram fez na Universidade de Yale um teste para provar que, diante de uma autoridade persuasiva, podemos virar assassinos obedientes. Milgram fingiu que a experiência era para determinar o efeito da punição no aprendizado. Ele chamou voluntários e fez um sorteio para determinar o aprendiz, que deveria responder a perguntas, e o professor, que deveria castigá-lo com choques de potência crescente a cada erro. O sorteio, no entanto, foi forjado, já que o aprendiz seria um ator. Quando os choques atingiam 150 volts, o ator chorava e gritava de dor. Os voluntários, nervosos, perguntavam o que deviam fazer, mas os pesquisadores respondiam que o choque não provocaria danos permanentes e que eles precisavam continuar. O resultado foi a obediência de 26 dos 40 participantes, que continuaram a aplicar os choques até a potência fatal de 450 volts. Alguns suavam e tremiam, outros riam histericamente – mas ninguém parou. E nenhum desistiu antes dos 300 volts.
  2. 2- O cachorro de duas cabeças: na ânsia de provar a supremacia médica e científica da União Soviética durante a Guerra Fria, cientistas conduziam experiências dignas de filme de terror. Em 1954, Vladimir Demikhov mostrou a jornalistas sua criação horrenda: um cachorro de duas cabeças – e ambas “funcionando” (na demonstração para a imprensa as duas cabeças bebiam leite)! Para isso, enxertou cabeça, ombros e duas pernas de um filhote no pescoço de um pastor alemão. E não parou por aí: nos 15 anos seguintes, o russo fez outras 20 dessas criaturas, alegando que as experiências serviam para ajudar a descobrir técnicas para transplante de órgãos em humanos.
  3. A cabeça de cachorro que vivia sem um corpo: também obra dos soviéticos, mas desta vez bem antes: em 1928, o médico Sergei Brukhonenko criou uma máquina que, exercendo as funções de coração e pulmão, mantinha viva a cabeça de um cachorro. Viva mesmo: a cabeça respondia a estímulos e até se alimentava (ou quase isso, já que a comida não tinha pra onde ir depois de engolida). Teve até gente achando que era boa ideia ter a cabeça cortada e viver livre da preocupação com doenças, alimentação e vestimenta.
  4. Transplante de cabeça de macaco: pensemos: se na Guerra Fria rolava aquela disputa para ver qual das duas potências da época (EUA e URSS) mandava melhor, entre outras coisas, no campo científico, você acha que os cientistas americanos ficariam de braços cruzados enquanto os soviéticos apareciam por aí com cachorros de duas cabeças? Exatamente: vinha coisa pior por aí. Em 1970, o médico cirugião Robert White realizou o primeiro transplante de cabeça de macaco do mundo. O macaco só sobreviveu por um dia e meio, mas o médico defende esse tipo de transplante em humanos que sofram de paralisia. Quem topa ser cobaia?
  5. O choque que faz cadáver dançar :o professor italiano Luigi Galvani descobriu, em 1780, que impulsos elétricos poderiam mover membros de um sapo morto. Se com um sapo foi assim, o que dizer de seres humanos? O sobrinho do italiano, Giovanni Aldini, apareceu com a resposta – e viajou pela Europa fazendo showzinhos com ela. Em 1803, ele fez sua apresentação mais famosa usando o corpo do assassino executado George Forster. Primeiro aplicou correntes elétricas no rosto do morto, que se contorceu numa expressão de dor e abriu um olho. Depois, com fios presos na orelha e no reto, o cadáver começou uma dança macabra, socando e chutando o ar e arqueando as costas. Outros cientistas fizeram o experimento na tentativa de ressuscitar mortos, sem sucesso, é claro. Só o alemão Carl August Weinhold que conseguiu fazer o coração de gatinhos decapitados voltar a bater por uns instantes.

Existe gente louca pra tudo.

Isso não é Super Interessante?