terça-feira, 13 de julho de 2010

Dia do Rock



Música que toca o coração. Que alimenta a alma. Que fala de tudo, entende os corações, explica os medos, espanta os fantasamas...
A mágica criada por bandas uníssonas, conhecidas ou não, que invade a vida e transmite sentimentos.

Não importa se indie, industrial, metal, grunge, hard, punk, trash... Notas tocadas com os dedos e sentidas por algo maior que você mesmo.

Os acordes, notas e letras te acompanham em todos os momentos, seja para se divertir com os amigos, afogar as mágoas, celebrar algum acontecimento, se cantar dentro do carro ou até mesmo para jogar no videogame.

Não consigo ver minha vida sem musica. Sem uma trilha sonora... não consigo a ver sem ouvir... Rock.

Trilha sonora das minhas peripécias:

domingo, 4 de julho de 2010

O (Re)Encontro

Era para ser um encontro entre um noivo e uma noiva.
Leon estava esperando, sentado no banco em frente ao lago, quando, inesperadamente, uma amiga da faculdade de muitos anos atrás passou por ali, fazendo uma caminhada.

Ela parou e o reconheceu. Ele se lembrou que, ao longo da faculdade, acabou gostando de Judith, e sempre se arrependeu de não ter ficado com ela. Como ela estava linda!

Naquele momento ele, inconscientemente pediu ao universo para que sua noiva se atrasasse, para que pudessem conversar:

- Leon? Há quanto tempo!

O sorriso dela continua o mesmo, lindo.

- Oi Judith, como você está?

Pronto, isso foi o suficiente para ela sentar e eles começarem a conversar. Que conversa! Leon se sentia vivo a cada palavra, cada expressão, cada sorriso.

Judith havia acabado de sair de um relacionamento ruim, um namorado que não se importava com ela. Ele estava feliz, extremamente feliz com Raquel, mas, toda aquela conversa o fez voltar para a época da faculdade, e com essa volta, as vontades voltaram também. Por um momento ele se sentiu de volta à faculdade.

Discretamente ele tira a aliança, escondendo-a no bolso, e fala a mentira que deveria ter dito no ultimo dia de aula, conhecendo os princípios de Judith:

- A gente terminou, acabou que num relacionamento real, não era bem aquilo que esperávamos.

Quando seus lábios cerraram novamente o peso da frase dita havia caído sobre seus ombros. Agora era tarde, uma vez movida a peça no xadrez, não tem volta. Mas, sem muita demora, Judith o fez esquecer o peso da mentira, quando, delicadamente, ela colocou sua mão sobre as dele.

A conversa perdurou por mais um tempo, mas agora eles estavam lembrando de todos os momentos que um jogava indiretas para o outro. Esse momento foi regado por risos, toques e olhares onde o desejo deles ficava cada vez mais claro.

Judith olhou o relógio, ela tinha que partir. Mas antes, pediu para Leon anotar seu telefone. E assim ele o fez. Ela se levantou e o puxou para o abraço de adeus, mas nesse momento, o beijo que estava guardado a anos.

Ela se foi, e ele ficou ali, sentado no banco incrédulo com o que havia acabado de acontecer. Até que a realidade voltou e ele começou a pensar em como contaria aquilo para Raquel. Foi então que notou um envelope com a letra do amor da sua vida “ Feliz aniversário de namoro”. Ela viu tudo. Ela sabe do beijo. Ela se foi.

Leon pegou o envelope e começou a procurar por ela, sem sucesso.

Ele se sentou e abriu o bilhete.

“Eu sei que nós deixamos de comemorar o nosso aniversário de namoro, mas, hoje eu senti que deveria fazer isso. Lembra aquela vez, no começo de tudo quando falamos que gostávamos de tirar fotos, e, acabamos prometendo que um dia faríamos um curso juntos? Então, esse papel aí dentro, é a confirmação da nossa inscrição. =]

Espero que goste. Obrigada por me fazer feliz todos esses anos. Te amo."


Ele pega o celular e liga pra ela, desligado. Arrependido, ele volta pra casa, esperando que ela esteja lá. A única coisa lá era um bilhete em cima da cama.

“Fui para um hotel, não quero conversar com você agora. Preciso de um tempo para processar as coisas, não se preocupe, estou muito ruim para pensar no meu lado vingativo agora.”

Ele deitou ali, pensando no que fazer.

Não deixou de ser um encontro, mas não, entre um noivo e uma noiva.

Leia também, " O (Des) Encontro "

terça-feira, 29 de junho de 2010

Coisa bizarra, é bizarra

Que existe cientista louco todo mundo sabe, que muitos experimentos bizarros já foram feitos, também. Agora, quais foram esses experimentos pouca gente sabe. Segue aí cinco experimentos bizarros e macabros já realizados.

  1. O experimento que mostrou que somos assassinos em potencial: em 1964, o pesquisador Stanley Milgram fez na Universidade de Yale um teste para provar que, diante de uma autoridade persuasiva, podemos virar assassinos obedientes. Milgram fingiu que a experiência era para determinar o efeito da punição no aprendizado. Ele chamou voluntários e fez um sorteio para determinar o aprendiz, que deveria responder a perguntas, e o professor, que deveria castigá-lo com choques de potência crescente a cada erro. O sorteio, no entanto, foi forjado, já que o aprendiz seria um ator. Quando os choques atingiam 150 volts, o ator chorava e gritava de dor. Os voluntários, nervosos, perguntavam o que deviam fazer, mas os pesquisadores respondiam que o choque não provocaria danos permanentes e que eles precisavam continuar. O resultado foi a obediência de 26 dos 40 participantes, que continuaram a aplicar os choques até a potência fatal de 450 volts. Alguns suavam e tremiam, outros riam histericamente – mas ninguém parou. E nenhum desistiu antes dos 300 volts.
  2. 2- O cachorro de duas cabeças: na ânsia de provar a supremacia médica e científica da União Soviética durante a Guerra Fria, cientistas conduziam experiências dignas de filme de terror. Em 1954, Vladimir Demikhov mostrou a jornalistas sua criação horrenda: um cachorro de duas cabeças – e ambas “funcionando” (na demonstração para a imprensa as duas cabeças bebiam leite)! Para isso, enxertou cabeça, ombros e duas pernas de um filhote no pescoço de um pastor alemão. E não parou por aí: nos 15 anos seguintes, o russo fez outras 20 dessas criaturas, alegando que as experiências serviam para ajudar a descobrir técnicas para transplante de órgãos em humanos.
  3. A cabeça de cachorro que vivia sem um corpo: também obra dos soviéticos, mas desta vez bem antes: em 1928, o médico Sergei Brukhonenko criou uma máquina que, exercendo as funções de coração e pulmão, mantinha viva a cabeça de um cachorro. Viva mesmo: a cabeça respondia a estímulos e até se alimentava (ou quase isso, já que a comida não tinha pra onde ir depois de engolida). Teve até gente achando que era boa ideia ter a cabeça cortada e viver livre da preocupação com doenças, alimentação e vestimenta.
  4. Transplante de cabeça de macaco: pensemos: se na Guerra Fria rolava aquela disputa para ver qual das duas potências da época (EUA e URSS) mandava melhor, entre outras coisas, no campo científico, você acha que os cientistas americanos ficariam de braços cruzados enquanto os soviéticos apareciam por aí com cachorros de duas cabeças? Exatamente: vinha coisa pior por aí. Em 1970, o médico cirugião Robert White realizou o primeiro transplante de cabeça de macaco do mundo. O macaco só sobreviveu por um dia e meio, mas o médico defende esse tipo de transplante em humanos que sofram de paralisia. Quem topa ser cobaia?
  5. O choque que faz cadáver dançar :o professor italiano Luigi Galvani descobriu, em 1780, que impulsos elétricos poderiam mover membros de um sapo morto. Se com um sapo foi assim, o que dizer de seres humanos? O sobrinho do italiano, Giovanni Aldini, apareceu com a resposta – e viajou pela Europa fazendo showzinhos com ela. Em 1803, ele fez sua apresentação mais famosa usando o corpo do assassino executado George Forster. Primeiro aplicou correntes elétricas no rosto do morto, que se contorceu numa expressão de dor e abriu um olho. Depois, com fios presos na orelha e no reto, o cadáver começou uma dança macabra, socando e chutando o ar e arqueando as costas. Outros cientistas fizeram o experimento na tentativa de ressuscitar mortos, sem sucesso, é claro. Só o alemão Carl August Weinhold que conseguiu fazer o coração de gatinhos decapitados voltar a bater por uns instantes.

Existe gente louca pra tudo.

Isso não é Super Interessante?

sábado, 5 de junho de 2010

Meet the world.

Meet the world é um projeto onde se coloca novos significados para as bandeiras dos países do mundo usando dados reais tirados de sites Amnistia Internacional e da ONU. O legal, é que o idealizador do projeto é um brasileiro.


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É uma pena que o projeto já acabou...

Brazilian Artists