Rumarei com os novos ventos,
procurarei um novo mar.
Aceitarei que dessa maneira,
Não mais irei te amar.
Deixarei meu porto seguro
onde tudo é conhecido,
desbravarei novos horizontes,
encontrarei novos caminhos.
Há tanto para se ver,
tanto para se tocar...
E desejo que nessa jornada,
novo amor possa encontrar.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Indagação do dia
O que é saudade?!
Lembrar de algo que já se teve, não se tem mais, mas ainda se quer?!
Lembrar de algo que já se teve, não se tem mais, mas ainda se quer?!
domingo, 1 de janeiro de 2012
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Sometimes...
Sometimes I feel sad
Sometimes I feel crazy
Sometimes I feel loved
Sometimes hated
Sometimes I feel happy
Sometimes I just wanna explode the whole world.
Sometimes I feel like dancing, singing, running or just sleeping
Sometimes I feel lazy
but sometimes I feel like I could do it all
Sometimes I feel like eating for me plus ten
Sometimes I feel pretty
but sometimes i feel like a homeless guy
Sometimes I feel fat
Sometimes I feel thin
Sometimes I feel dirty
Sometimes I feel saint
Sometimes I feel like running away
Sometimes I feel not special
Sometimes I'm a queen
Sometimes I feel everything
Sometimes I feel nothing
Sometimes I feel me.
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pessoal
sexta-feira, 1 de abril de 2011
O (Des) Encontro
Aviso: Antes de ler esse conto leia " O (Re) Encontro "
Raquel estava ansiosa com aquele encontro.
Ela adorava aquele parque cheio de histórias e momentos felizes, mas esse não era o único motivo de sua ansiosidade, aquele aniversário de namoro seria especial. Após alguns anos sem troca de presentes, Raquel decidira quebrar a nova tradição e comprar um presente para os dois, uma desejo antigo, nunca realizado.
Saiu do trabalho e foi direto para o local indicado no site para fazer a inscrição. Depois de umas curvas aqui, outras ali, voltar para o caminho certo, conseguiu chegar no lugar e fazer a inscrição. Um curso caro era aquele, mas ela sabia que o investimento valia a pena.
Agora era só atravessar a cidade, chegar ao parque e ter uma noite de celebração maravilhosa. Mas foi aí que o rumo das coisas começou a ir para um lugar não desejado.
Tudo começou com um engarrafamento, e ao pegar o celular para avisar Leon que chegaria atrasada, percebeu que o celular estava sem bateria. "Ótimo!" - pensou - "Era só o que me faltava, vou chegar atrasada. Mas ao menos eu sei que o Leon irá me esperar...".
Um tempo depois consegue estacionar e se dirigir ao banco de sempre. Chegando lá, viu que seu noivo estava em uma conversa animada com uma mulher que nunca vira antes. E, quando ela começou a se aproximar, viu algo nunca imaginado acontecer, um beijo entre seu amado e a aquela mulher desconhecida.
Ao ver a cena, um desejo de sair daquele lugar o mais rápido possivel, tomou conta do seu interior. Ao se virar, sem nem perceber, deixou cair o envelope contendo o presente de aniversário dos dois.
Ela se dirigiu ao carro sem nem olhar para trás, ao chegar em casa, colocou algumas roupas em uma pequena mala usada para passeios de fim de semana, deixou um bilhete em cima da cama e partiu para um hotel.
Ao chegar no quarto, a única coisa que Raquel conseguia fazer era chorar, e se perguntar o por que daquele beijo.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Desabafos...
Sei lá, as vezes eu simplesmente nao entendo. Nao vejo razao nas coisas faladas e no motivo de tantas pequenas brigas. Por que isso sabe? E por que eu nao sei ouvir nao? Sinceramente, o problema e que eu estou cansada de ouvir nao. Eu ouvi diversos naos vindos de voce durante a minha toda. Voce pode nao perceber, mas essa e a verdade. Enquanto pro seu filho, as coisas nunca foram assim. Aposto que se fosse ele naquela ocasiao do tenis, as coisas seriam diferentes, a senhora teria lembrado do seu cartao de credito no mesmo dia e blablabla. Sinceramente, eu posso estar sendo estupidamente burra, mas eu nao quero mais depender do seu dinheiro pra nada, porque em umas das unicas vezes que eu precisei, a senhora me tratou daquele jeito. Eu estou cansada de ver a sua preferencia pelo seu primogenito, ele nunca precisa fazer nada.... custa entender que eu nao estou bem? Eu estou com medo de nao conseguir me dar no trabalho, eu nao posso mais pegar atestado, eu nao posso mais faltar, eu tenho que mudar, eu estou com medo, e doente... por que tudo nessa casa tem que ser do seu jeito? Por que as vezes so voce pode ser a cansada? Eu me cansei disso, aposto que se fosse pra ele, voce ja teria ligado e resolvido tudo. Por que e assim com voce... hoje eu estou assim pq eu passei o dia fora, quem dera por diversao...
E ainda tem voce, que parece que nao percebe como me sinto, e continua fazendo a mesma coisa, over and over again... isso me machuca!
Ps. Desculpa pel escrita, muito trabalho pra colocar acento no celular.
Ps2: queria que vc lesse...
Ps3: Sinto falta de escrever...
E ainda tem voce, que parece que nao percebe como me sinto, e continua fazendo a mesma coisa, over and over again... isso me machuca!
Ps. Desculpa pel escrita, muito trabalho pra colocar acento no celular.
Ps2: queria que vc lesse...
Ps3: Sinto falta de escrever...
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Fatos rápidos sobre mim
- Tenho 20 anos.
- Sou viciada em Mentos.
- Adoro ouvir rock.
- Sou fã do Neil Gaiman.
- Acredito que chorar alivia a alma.
- Quero ser professora de inglês.
- Danço, e jogo futebol americano.
- Nunca saí do país.
- Prefiro ficar em casa do que ir para um lugar cheio de gente.
- Não gosto de café, nem chá, nem leite.
- Fico muito tempo da minha vida em frente ao computador.
- Nunca usei lentes porque sei que irei sumi-las na primeira semana.
- Tenho doenças nos joelhos e no resto do corpo.
- Sou fã de Star Wars.
- Amo escrever.
- Adoro assistir anime e séries de TV.
- Sempre estou lendo algum livro.
- Meus jogos prediletos são Rockband e Super Mário World 3.
- Sou leonina, não acredito muito em horóscopo, mas mesmo assim, dou uma olhada às vezes.
- Jogo RPG.
- Estudei em 6 colégios diferentes em minha vida.
- Sei e gosto muito de cozinhar, mas não para mim mesma.
- Meu primeiro videogame foi um Sega.
- Meu trabalho atual é dentro de uma sala com 25 criaturas de 7 anos.
- Adoro tomar refrigerante.
- Adoro cantar, atuar e dançar.
- Aprendi a nadar quando criança, mas nunca consegui pular de ponta.
- Volta e meia tenho dejavu.
- Me acostumei a ir ao médico, e na verdade, eu gosto de tomar remédio.
- Atualmente uso aparelho fixo, e acho uma bosta.
- Tenho medo de escuro.
- Volta e meia tenho insônia, nos dias mais inapropriados (diga-se de passagem).
- Adoro joguinhos em flash.
- Hoje em dia eu, e mais metade do mundo, não vive sem internet.
- Não sou nenhum pouco religiosa.
- Sou desorganizada por natureza.
- Gosto de mudar de musica antes dela terminar, quando não estou cantando.
- Valorizo muito meus amigos, e sinto muita falta dos que se foram.
- Amo o céu.
- Mudo de humor com uma facilidade incrível, principalmente de bem para triste.
- Posso ouvir a mesma musica quinhentas vezes no mesmo dia que não enjoo.
- Amo festas a fantasia.
- Sou uma "google maniac".
- Escrevo melhor quando estou triste.
- Me irrito muito fácil.
- Amo inventar arte, mesmo não tendo talento para.
- Odeio a Jennifer, sem nem mesmo conhecer.
- Sou botafoguense.
- Penso mil vezes antes de fazer algo, e ainda assim me arrependo.
- Hoje é meu aniversário!
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segunda-feira, 26 de julho de 2010
Mist
I feel like a shadow
A mist.
Just going from one direction to another
Without a place to stay.
I just feel like a human
Who walk in the streets looking for a place to stay
Without fitting in any place.
I feel like the night.
Which is here to take the light of your life
and bring back, all your fears.
Por Raysa
(meu primeiro poema em inglês)
terça-feira, 20 de julho de 2010
I'll be there for you.
Como hoje é uma data especial, Farofa Musical especial.
So no one told you life was gonna be this way
Your job is a joke, you're broke, your love life's D.O.A.
It's like you're always stuck in second gear
When it hasn't been your day, your week, your month, or even your
year, but...
I'll be there for you (when the rain starts to pour)
I'll be there for you (like I've been there before)
I'll be there for you ('cause you're there for me too)
You're still in bed at ten
And work began at eight
You burned your breakfast, so far
Things are going great
Your mother warned you there'd be days like these
But she didn't tell you when the world has brought
You down to your knees that
I'll be there for you (when the rain starts to pour)
I'll be there for you (like I've been there before)
I'll be there for you ('cause you're there for me too)
No one could ever know me
No one could ever seem me
Seems you're the only one who knows
What it's like to be me
Someone to face the day with
Make it through all the mess with
Someone I always laugh with
Even at my worst, I'm best with you, yeah
It's like you're always stuck in second gear
When it hasn't been your day, your week, your month, or even
your year.
I'll be there for you (when the rain starts to pour)
I'll be there for you (like I've been there before)
I'll be there for you ('cause you're there for me too)
[x3]I'll be there for you
'Cause you're there for me too.
Feliz Dia do Amigo.
PS: Friends é uma das melhores séries EVER.
So no one told you life was gonna be this way
Your job is a joke, you're broke, your love life's D.O.A.
It's like you're always stuck in second gear
When it hasn't been your day, your week, your month, or even your
year, but...
I'll be there for you (when the rain starts to pour)
I'll be there for you (like I've been there before)
I'll be there for you ('cause you're there for me too)
You're still in bed at ten
And work began at eight
You burned your breakfast, so far
Things are going great
Your mother warned you there'd be days like these
But she didn't tell you when the world has brought
You down to your knees that
I'll be there for you (when the rain starts to pour)
I'll be there for you (like I've been there before)
I'll be there for you ('cause you're there for me too)
No one could ever know me
No one could ever seem me
Seems you're the only one who knows
What it's like to be me
Someone to face the day with
Make it through all the mess with
Someone I always laugh with
Even at my worst, I'm best with you, yeah
It's like you're always stuck in second gear
When it hasn't been your day, your week, your month, or even
your year.
I'll be there for you (when the rain starts to pour)
I'll be there for you (like I've been there before)
I'll be there for you ('cause you're there for me too)
[x3]I'll be there for you
'Cause you're there for me too.
Feliz Dia do Amigo.
PS: Friends é uma das melhores séries EVER.
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quarta-feira, 14 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Dia do Rock

Música que toca o coração. Que alimenta a alma. Que fala de tudo, entende os corações, explica os medos, espanta os fantasamas...
A mágica criada por bandas uníssonas, conhecidas ou não, que invade a vida e transmite sentimentos.
Não importa se indie, industrial, metal, grunge, hard, punk, trash... Notas tocadas com os dedos e sentidas por algo maior que você mesmo.
Os acordes, notas e letras te acompanham em todos os momentos, seja para se divertir com os amigos, afogar as mágoas, celebrar algum acontecimento, se cantar dentro do carro ou até mesmo para jogar no videogame.
Não consigo ver minha vida sem musica. Sem uma trilha sonora... não consigo a ver sem ouvir... Rock.
Trilha sonora das minhas peripécias:
Radiohead, The Killers, The Beatles, The Offspring, Queen, Arctic Monkeys, AC/DC, Pearl Jam, Gorillaz, Nirvana, Metallica, Pink Floyd, Linkin Park, Rammstein, e outras cositas más...
domingo, 4 de julho de 2010
O (Re)Encontro
Era para ser um encontro entre um noivo e uma noiva.
Leon estava esperando, sentado no banco em frente ao lago, quando, inesperadamente, uma amiga da faculdade de muitos anos atrás passou por ali, fazendo uma caminhada.
Ela parou e o reconheceu. Ele se lembrou que, ao longo da faculdade, acabou gostando de Judith, e sempre se arrependeu de não ter ficado com ela. Como ela estava linda!
Naquele momento ele, inconscientemente pediu ao universo para que sua noiva se atrasasse, para que pudessem conversar:
- Leon? Há quanto tempo!
O sorriso dela continua o mesmo, lindo.
- Oi Judith, como você está?
Pronto, isso foi o suficiente para ela sentar e eles começarem a conversar. Que conversa! Leon se sentia vivo a cada palavra, cada expressão, cada sorriso.
Judith havia acabado de sair de um relacionamento ruim, um namorado que não se importava com ela. Ele estava feliz, extremamente feliz com Raquel, mas, toda aquela conversa o fez voltar para a época da faculdade, e com essa volta, as vontades voltaram também. Por um momento ele se sentiu de volta à faculdade.
Discretamente ele tira a aliança, escondendo-a no bolso, e fala a mentira que deveria ter dito no ultimo dia de aula, conhecendo os princípios de Judith:
- A gente terminou, acabou que num relacionamento real, não era bem aquilo que esperávamos.
Quando seus lábios cerraram novamente o peso da frase dita havia caído sobre seus ombros. Agora era tarde, uma vez movida a peça no xadrez, não tem volta. Mas, sem muita demora, Judith o fez esquecer o peso da mentira, quando, delicadamente, ela colocou sua mão sobre as dele.
A conversa perdurou por mais um tempo, mas agora eles estavam lembrando de todos os momentos que um jogava indiretas para o outro. Esse momento foi regado por risos, toques e olhares onde o desejo deles ficava cada vez mais claro.
Judith olhou o relógio, ela tinha que partir. Mas antes, pediu para Leon anotar seu telefone. E assim ele o fez. Ela se levantou e o puxou para o abraço de adeus, mas nesse momento, o beijo que estava guardado a anos.
Ela se foi, e ele ficou ali, sentado no banco incrédulo com o que havia acabado de acontecer. Até que a realidade voltou e ele começou a pensar em como contaria aquilo para Raquel. Foi então que notou um envelope com a letra do amor da sua vida “ Feliz aniversário de namoro”. Ela viu tudo. Ela sabe do beijo. Ela se foi.
Leon pegou o envelope e começou a procurar por ela, sem sucesso.
Ele se sentou e abriu o bilhete.
“Eu sei que nós deixamos de comemorar o nosso aniversário de namoro, mas, hoje eu senti que deveria fazer isso. Lembra aquela vez, no começo de tudo quando falamos que gostávamos de tirar fotos, e, acabamos prometendo que um dia faríamos um curso juntos? Então, esse papel aí dentro, é a confirmação da nossa inscrição. =]
Espero que goste. Obrigada por me fazer feliz todos esses anos. Te amo."
Ele pega o celular e liga pra ela, desligado. Arrependido, ele volta pra casa, esperando que ela esteja lá. A única coisa lá era um bilhete em cima da cama.
“Fui para um hotel, não quero conversar com você agora. Preciso de um tempo para processar as coisas, não se preocupe, estou muito ruim para pensar no meu lado vingativo agora.”
Ele deitou ali, pensando no que fazer.
Não deixou de ser um encontro, mas não, entre um noivo e uma noiva.
Leon estava esperando, sentado no banco em frente ao lago, quando, inesperadamente, uma amiga da faculdade de muitos anos atrás passou por ali, fazendo uma caminhada.
Ela parou e o reconheceu. Ele se lembrou que, ao longo da faculdade, acabou gostando de Judith, e sempre se arrependeu de não ter ficado com ela. Como ela estava linda!
Naquele momento ele, inconscientemente pediu ao universo para que sua noiva se atrasasse, para que pudessem conversar:
- Leon? Há quanto tempo!
O sorriso dela continua o mesmo, lindo.
- Oi Judith, como você está?
Pronto, isso foi o suficiente para ela sentar e eles começarem a conversar. Que conversa! Leon se sentia vivo a cada palavra, cada expressão, cada sorriso.
Judith havia acabado de sair de um relacionamento ruim, um namorado que não se importava com ela. Ele estava feliz, extremamente feliz com Raquel, mas, toda aquela conversa o fez voltar para a época da faculdade, e com essa volta, as vontades voltaram também. Por um momento ele se sentiu de volta à faculdade.
Discretamente ele tira a aliança, escondendo-a no bolso, e fala a mentira que deveria ter dito no ultimo dia de aula, conhecendo os princípios de Judith:
- A gente terminou, acabou que num relacionamento real, não era bem aquilo que esperávamos.
Quando seus lábios cerraram novamente o peso da frase dita havia caído sobre seus ombros. Agora era tarde, uma vez movida a peça no xadrez, não tem volta. Mas, sem muita demora, Judith o fez esquecer o peso da mentira, quando, delicadamente, ela colocou sua mão sobre as dele.
A conversa perdurou por mais um tempo, mas agora eles estavam lembrando de todos os momentos que um jogava indiretas para o outro. Esse momento foi regado por risos, toques e olhares onde o desejo deles ficava cada vez mais claro.
Judith olhou o relógio, ela tinha que partir. Mas antes, pediu para Leon anotar seu telefone. E assim ele o fez. Ela se levantou e o puxou para o abraço de adeus, mas nesse momento, o beijo que estava guardado a anos.
Ela se foi, e ele ficou ali, sentado no banco incrédulo com o que havia acabado de acontecer. Até que a realidade voltou e ele começou a pensar em como contaria aquilo para Raquel. Foi então que notou um envelope com a letra do amor da sua vida “ Feliz aniversário de namoro”. Ela viu tudo. Ela sabe do beijo. Ela se foi.
Leon pegou o envelope e começou a procurar por ela, sem sucesso.
Ele se sentou e abriu o bilhete.
“Eu sei que nós deixamos de comemorar o nosso aniversário de namoro, mas, hoje eu senti que deveria fazer isso. Lembra aquela vez, no começo de tudo quando falamos que gostávamos de tirar fotos, e, acabamos prometendo que um dia faríamos um curso juntos? Então, esse papel aí dentro, é a confirmação da nossa inscrição. =]
Espero que goste. Obrigada por me fazer feliz todos esses anos. Te amo."
Ele pega o celular e liga pra ela, desligado. Arrependido, ele volta pra casa, esperando que ela esteja lá. A única coisa lá era um bilhete em cima da cama.
“Fui para um hotel, não quero conversar com você agora. Preciso de um tempo para processar as coisas, não se preocupe, estou muito ruim para pensar no meu lado vingativo agora.”
Ele deitou ali, pensando no que fazer.
Não deixou de ser um encontro, mas não, entre um noivo e uma noiva.
Leia também, " O (Des) Encontro "
terça-feira, 29 de junho de 2010
Coisa bizarra, é bizarra
Que existe cientista louco todo mundo sabe, que muitos experimentos bizarros já foram feitos, também. Agora, quais foram esses experimentos pouca gente sabe. Segue aí cinco experimentos bizarros e macabros já realizados.
- O experimento que mostrou que somos assassinos em potencial: em 1964, o pesquisador Stanley Milgram fez na Universidade de Yale um teste para provar que, diante de uma autoridade persuasiva, podemos virar assassinos obedientes. Milgram fingiu que a experiência era para determinar o efeito da punição no aprendizado. Ele chamou voluntários e fez um sorteio para determinar o aprendiz, que deveria responder a perguntas, e o professor, que deveria castigá-lo com choques de potência crescente a cada erro. O sorteio, no entanto, foi forjado, já que o aprendiz seria um ator. Quando os choques atingiam 150 volts, o ator chorava e gritava de dor. Os voluntários, nervosos, perguntavam o que deviam fazer, mas os pesquisadores respondiam que o choque não provocaria danos permanentes e que eles precisavam continuar. O resultado foi a obediência de 26 dos 40 participantes, que continuaram a aplicar os choques até a potência fatal de 450 volts. Alguns suavam e tremiam, outros riam histericamente – mas ninguém parou. E nenhum desistiu antes dos 300 volts.
- 2- O cachorro de duas cabeças: na ânsia de provar a supremacia médica e científica da União Soviética durante a Guerra Fria, cientistas conduziam experiências dignas de filme de terror. Em 1954, Vladimir Demikhov mostrou a jornalistas sua criação horrenda: um cachorro de duas cabeças – e ambas “funcionando” (na demonstração para a imprensa as duas cabeças bebiam leite)! Para isso, enxertou cabeça, ombros e duas pernas de um filhote no pescoço de um pastor alemão. E não parou por aí: nos 15 anos seguintes, o russo fez outras 20 dessas criaturas, alegando que as experiências serviam para ajudar a descobrir técnicas para transplante de órgãos em humanos.
- A cabeça de cachorro que vivia sem um corpo: também obra dos soviéticos, mas desta vez bem antes: em 1928, o médico Sergei Brukhonenko criou uma máquina que, exercendo as funções de coração e pulmão, mantinha viva a cabeça de um cachorro. Viva mesmo: a cabeça respondia a estímulos e até se alimentava (ou quase isso, já que a comida não tinha pra onde ir depois de engolida). Teve até gente achando que era boa ideia ter a cabeça cortada e viver livre da preocupação com doenças, alimentação e vestimenta.
- Transplante de cabeça de macaco: pensemos: se na Guerra Fria rolava aquela disputa para ver qual das duas potências da época (EUA e URSS) mandava melhor, entre outras coisas, no campo científico, você acha que os cientistas americanos ficariam de braços cruzados enquanto os soviéticos apareciam por aí com cachorros de duas cabeças? Exatamente: vinha coisa pior por aí. Em 1970, o médico cirugião Robert White realizou o primeiro transplante de cabeça de macaco do mundo. O macaco só sobreviveu por um dia e meio, mas o médico defende esse tipo de transplante em humanos que sofram de paralisia. Quem topa ser cobaia?
- O choque que faz cadáver dançar :o professor italiano Luigi Galvani descobriu, em 1780, que impulsos elétricos poderiam mover membros de um sapo morto. Se com um sapo foi assim, o que dizer de seres humanos? O sobrinho do italiano, Giovanni Aldini, apareceu com a resposta – e viajou pela Europa fazendo showzinhos com ela. Em 1803, ele fez sua apresentação mais famosa usando o corpo do assassino executado George Forster. Primeiro aplicou correntes elétricas no rosto do morto, que se contorceu numa expressão de dor e abriu um olho. Depois, com fios presos na orelha e no reto, o cadáver começou uma dança macabra, socando e chutando o ar e arqueando as costas. Outros cientistas fizeram o experimento na tentativa de ressuscitar mortos, sem sucesso, é claro. Só o alemão Carl August Weinhold que conseguiu fazer o coração de gatinhos decapitados voltar a bater por uns instantes.
Existe gente louca pra tudo.
Isso não é Super Interessante?
sábado, 5 de junho de 2010
Meet the world.
Meet the world é um projeto onde se coloca novos significados para as bandeiras dos países do mundo usando dados reais tirados de sites Amnistia Internacional e da ONU. O legal, é que o idealizador do projeto é um brasileiro.

Clique para aumentar
É uma pena que o projeto já acabou...
Brazilian Artists
Clique para aumentar
É uma pena que o projeto já acabou...
Brazilian Artists
domingo, 30 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
domingo, 28 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Manchetes
Ela vagava na noite fria sem rumo. Apenas andava vendo as luzes da cidade que iluminava o caminho não sabendo para onde iria. Só queria se afastar de lá, ir para o mais longe possível de todos e tudo. Carregava apenas um casaco, algumas roupas e alimentos dentro de uma mochila jeans antiga e sua alma quebrada. A noite a encobria como uma coruja às suas crias. Se sentia abraçada e acolhida por ela. Mas mesmo esse sentimento não durou por muito, todas as vezes que se lembrava da noite que passou, seu rosto era regado por lágrimas salgadas que saiam direto de seu coração.
Começou a ouvir trovões ao longe, uma tempestade se aproximava, mas não se importava com ela, preferia assim, talvez a chuva lavaria o sangue que carregava em suas mãos e alma. Nessa caminhada viu coisas que nunca havia reparado antes na cidade, tudo escancarado, para todos aqueles que tiveram seu coração despedaçado no passado. Ela começou a se perguntar o por que de nunca ter visto toda a dor que o rosto das pessoas demonstravam. A chuva nunca caiu.
Passou em frente a um clube, que estava tocando uma das musicas que mais gostava, acabou entrando para tentar esquecer aquela maldita noite sem fim. Foi direto para o banheiro, lavou as mãos, o rosto, e entrou na pista de dança, focando apenas nas notas que compunham aquela musica. Dançou até esgotar-se. Foi até o bar e pediu uma bebida. Um rapaz que nunca tinha visto na vida se ofereceu para pagar, ela aceita na hora, pensando no pouco dinheiro que carregava. Depois dessa, veio outra, e mais outra, e mais outra... A conversa com o rapaz era superficial, mas ao menos ela estava comendo e bebendo de graça. Ele perguntou se ela gostaria de ir para a sua casa, ela disse que não via problema algum, precisava mesmo de um lugar para passar a noite.
Ela se dirigiu para o carro dele, e lá mesmo, no estacionamento do clube, ele começou a beijá-la e acariciá-la. Ela percebeu que precisaria de mais algumas bebidas para conseguir ao menos fingir que estava bom. Ele topa a ideia, compram bebida e ele começa a dirigir para seu apartamento, que fica um pouco longe do centro da cidade.
Bêbada, sobe as escadas do prédio dele quase caindo. Ele mal a espera a porta se fechar atrás deles, já começa a tirar a roupa dela e beija-la, acaricia-la, penetrá-la. Ele logo goza e dorme, o que ela acha ótimo, finalmente poderá dormir. Acorda mais cedo que ele, toma um banho, prepara um café, pega o dinheiro que ele carregava na carteira e sai daquele apartamento para nunca mais voltar.
Volta a caminhar pela cidade, agora iluminada pelos raios de sol e sorrisos das crianças que iam em rumo ao parque. Encontra um jornal abandonado num banco e lê a reportagem de capa: "Casal assassinado a facadas, suspeita-se da filha, agora desaparecida". Ela deixa o jornal onde estava e continua a andar pela cidade.
Chegou à praia, contemplou a imensidão azul que se fundia com o céu, deu um mergulho, saiu do mar e ficou observando o céu por entre as folhas de um coqueiro. Nesse momento decidiu o que fazer.
Caminhou rápido para a estação de metro, comprou o ticket, quando avistou as luzes se aproximando respirou fundo, e pulou. Nunca chegou a ver a reportagem de capa do jornal do dia seguinte:
"Adolescente encontra morte trágica ao cair nos trilhos do metro."
---
A autoria é da Ysa. Ela me pediu pra postar aqui, no lugar dela. ;)
Começou a ouvir trovões ao longe, uma tempestade se aproximava, mas não se importava com ela, preferia assim, talvez a chuva lavaria o sangue que carregava em suas mãos e alma. Nessa caminhada viu coisas que nunca havia reparado antes na cidade, tudo escancarado, para todos aqueles que tiveram seu coração despedaçado no passado. Ela começou a se perguntar o por que de nunca ter visto toda a dor que o rosto das pessoas demonstravam. A chuva nunca caiu.
Passou em frente a um clube, que estava tocando uma das musicas que mais gostava, acabou entrando para tentar esquecer aquela maldita noite sem fim. Foi direto para o banheiro, lavou as mãos, o rosto, e entrou na pista de dança, focando apenas nas notas que compunham aquela musica. Dançou até esgotar-se. Foi até o bar e pediu uma bebida. Um rapaz que nunca tinha visto na vida se ofereceu para pagar, ela aceita na hora, pensando no pouco dinheiro que carregava. Depois dessa, veio outra, e mais outra, e mais outra... A conversa com o rapaz era superficial, mas ao menos ela estava comendo e bebendo de graça. Ele perguntou se ela gostaria de ir para a sua casa, ela disse que não via problema algum, precisava mesmo de um lugar para passar a noite.
Ela se dirigiu para o carro dele, e lá mesmo, no estacionamento do clube, ele começou a beijá-la e acariciá-la. Ela percebeu que precisaria de mais algumas bebidas para conseguir ao menos fingir que estava bom. Ele topa a ideia, compram bebida e ele começa a dirigir para seu apartamento, que fica um pouco longe do centro da cidade.
Bêbada, sobe as escadas do prédio dele quase caindo. Ele mal a espera a porta se fechar atrás deles, já começa a tirar a roupa dela e beija-la, acaricia-la, penetrá-la. Ele logo goza e dorme, o que ela acha ótimo, finalmente poderá dormir. Acorda mais cedo que ele, toma um banho, prepara um café, pega o dinheiro que ele carregava na carteira e sai daquele apartamento para nunca mais voltar.
Volta a caminhar pela cidade, agora iluminada pelos raios de sol e sorrisos das crianças que iam em rumo ao parque. Encontra um jornal abandonado num banco e lê a reportagem de capa: "Casal assassinado a facadas, suspeita-se da filha, agora desaparecida". Ela deixa o jornal onde estava e continua a andar pela cidade.
Chegou à praia, contemplou a imensidão azul que se fundia com o céu, deu um mergulho, saiu do mar e ficou observando o céu por entre as folhas de um coqueiro. Nesse momento decidiu o que fazer.
Caminhou rápido para a estação de metro, comprou o ticket, quando avistou as luzes se aproximando respirou fundo, e pulou. Nunca chegou a ver a reportagem de capa do jornal do dia seguinte:
"Adolescente encontra morte trágica ao cair nos trilhos do metro."
---
A autoria é da Ysa. Ela me pediu pra postar aqui, no lugar dela. ;)
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