quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Next Year
Next Year - Foo Fighters
"I'm in the sky tonight,
There I can keep by your side
Watching the wide world riot and hiding out
I'll be coming home next year
Into the sun we climb
Climbing our wings will burn white
Everyone strapped in tight
We'll ride it out
I'll be coming home next year
Come on get on get on
Take it till life runs out
No one can find us now,
Living with our heads underground
Into the night we shine
Lighting the way we glide by
Catch me if I get too high
When I come down
I'll be coming home next year
I'm in the sky tonight
There I can keep by your side
Watching the whole world wind around and round
I'll be coming home next year
I'll be coming home next year
Everything's alright up here
When I come down
I'll be coming home next year
Say good-bye"
Um novo ano se aproxima...
"Não sei o que me espera em 2009, acho que será diferente."
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Legen... wait for it.. dary. Legendary.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Posters Originais
sábado, 24 de outubro de 2009
O melhor da trilogia nova Star Wars
Star Wars episódio I: A ameaça fantasma
O planeta Noboo está sob ameaça de invasão e o cavaleiro Jedi Qui-Gon Jinn (Liam Neeson), auxiliado pelo Padawan Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor), deve levar a rainha Amidala (Natalie Portman) a um encontro de cúpula. Descobrem, no trajeto, o garoto Anakin em quem identificam as habilidades de um futuro Jedi. Enquanto Naboo está sob invasão, Qui-Gon Jin e Obi-Wan Kenobi lutam contram um sith, o Darth Maul (Ray Park), dando um show de habilidade e destreza ao usar sabres de luz.
Star Wars episódio II: A guerra dos clones
Padmé Amidala agora é a representante de seu planeta, Naboo, no senado galáctico e luta contra as iniciativas pela criação de um exército da república. Os cavaleiros Jedi esforçam-se para descobrir que forças sinistras estão por trás das disputas políticas ao mesmo tempo em que tentam proteger a vida da jovem senadora, vítima de atentados misteriosos. Em meio às turbulências políticas e as manipulações que vão desencadear a Guerra dos Clones, Obi-Wan Kenobi tenta doutrinar seu impetuoso aprendiz, Anakin Skywalker (Hayden Christensen), um jovem de grandes poderes mas que vive atormentado sentimentos proibidos. Anakin se apaixona por Padmé (é um filme cheio de mimimi amoroso) e acaba se casando com ela. A melhor cena do filme, para mim, é quando o Obi-Wan lutando contra o usuário de quatro sabres de luz, General Grievous.
Star Wars episódio III: A vingança do Sith
As diferenças entre o Chanceler Palpatine (Ian McDiarmid) e o Conselho Jedi se intensificam. O cavaleiro Jedi Anakin Skywalker se vê confuso em meio a essa situação. Seduzido pelas promessas de poder (que poderiam salvar sua amada da morte certa) e tentações do lado negro da Força, ele se alia ao maligno Darth Sidious e se torna Darth Vader. Juntos, os Lordes Sith colocam em ação um plano de vingança que tem início com o extermínio de todos os Jedi. Somente Yoda e Obi-Wan sobrevivem. O final é a parte mais awesome do filme,a emocionante luta de sabre de luz entre Anakin e Obi-Wan, e a primeira aparição do Lorde das Trevas, Darth Vader.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Crazy litlle thing called love
"This thing called love I just can't handle it
This thing called love I must get round to it
I ain't ready
Crazy little thing called love
This thing (this thing) called love (called love)
It cries (like a baby)
In a cradle all night
It swings (woo woo)
It jives (woo woo)
It shakes all over like a jelly fish
I kinda like it
Crazy little thing called love
There goes my baby
She knows how to Rock'n'Roll
She drives my crazy
She gives me hot and cold fever
Then she leaves me in a cool cool sweat
I gotta be cool relax get hip!
Get on my track's
Take a back seat
Hitch hike
And take a long ride on my motor bike
Until I'm ready
Crazy little thing called love
I gotta be cool relax get hip!
Get on my track's
Take a back seat
Hitch hike
And take a long ride on my motor bike
Until I'm ready (ready Freddie)
Crazy little thing called love
This thing called love I just can't handle it
This thing called love I must get round to it
I ain't ready
Crazy little thing called love..."
domingo, 27 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Neil Gaiman
[...]
Ler uma obra dele seria o seguinte: imagine que exista a cadeira e a porta. Contudo, a porta está aberta; só que a diferença é que não há nada lá. Ao menos, não ainda.
Você então senta e Gaiman lhe pede que tome um chá preparado com ervas desconhecidas.
Ele se senta ao seu lado, espera fazer efeito e é extremamente educado com você o tempo inteiro. As tais ervas utilizadas no chá não serão exatamente originais; aliás, se você pedir ele irá lhe contar todas as vezes e todas as diferente receitas com que ela foi utilizada ao longo da história da humanidade, e aos poucos você perceberá que, ainda assim, ele parece ter dado um toque próprio ao tempero, melhorando, ou ao menos atualizando, a receita original.
E então o chá começa a fazer efeito. E a í, meu amigo, a coisa começa pra valer.
Porque de repente a cadeira não vai mais parecer estar no chão; de repente o chão, que era de concreto, se torna vidro; de repente as suas mãos irão parecer distorcidas ou pequenas demais; de repente o seu pensamento começará a se tornar as imagens de um filme saídas de um projetor do meio da testa; de repente tudo poderá acontecer e, mais do que isso, poderá acontecer de duas pessoas visualizarem as mesmas partes de uma mesma experiência de maneiras e visões completamente diferentes.
E então o monstro que deveria estar naquela porta até pode ser que apareça. Mas é aquilo; se você tomou o chá que Gaiman lhe ofereceu, esse monstro nunca será bem definido.
Pode ser que você o odeie, é verdade; mas pode ser que você se identifique com ele; pode ser que você o compreenda; que dê razão ou sinta pena; que não compreenda nem mesmo porque é aquele o monstro, e não os outros personagens da história.
A complexidade por detrás das motivações (na maioria das vezes trágica, que são mesmo as melhores) daquele monstro podem fazer, inclusive, você se compreender melhor como ser humano. E terminar a história se perguntando se existia mesmo um monstro ali, ou se tudo fora fruto da sua visão alterada na ocasião.
E quando o efeito do chá passar, Gaiman ainda vai estar ali com seu jeito extremamente educado, perguntando se você está bem e pedindo, por favor, para que, quando melhorar, você lhe envie uma mensagem por e-mail, blog, twitter ou a próxima tecnologia que substitua tudo isso.
[...]
Vi aqui ó
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
O Mundo Vermelho
Mais uma vez o assunto do jantar era Soraia. Seus pais sempre implicavam com seu jeito estranho de agir, de falar... Nunca estavam satisfeitos com as atividades que fazia e não se incomodavam quando seu irmão mais velho sacaneava com ela. Essa noite jantou em silêncio tentando bloquear as vozes que falavam absurdos sobre ela. Apenas queria voltar a praticar o que fazia de melhor: tocar violoncelo, mas não podia, já que seus pais a tiraram da aula para pagar as aulas de futebol do irmão.
Terminou de comer, pediu licença para se retirar da mesa e foi para seu quarto, o único lugar do mundo onde se sentia livre, colocou para tocar o primeiro cd de clássica que achou: Tchaikovsky. Deitou em sua cama e adormeceu, pensando em como poderia deixar seu mundo melhor. Sonhou com um mundo vermelho, novo e diferente, onde ela podia sorrir e andar por corredores onde os únicos olhos que a encaravam eram os das pinturas nas paredes.
Soraia já estava acordada quando o sol começou a iluminar o céu. Em poucos minutos a casa iria acordar e o sossego que tanto gostava, acabaria. Foi tomar banho para ir à escola, e quando a água quente tocava seu delicado e pálido corpo começou a ouvir um sussurro que não vinha de fora daquele banheiro. Uma voz em sua mente havia acabado de despertar.
Não queria ir para a escola, mas essa não era uma opção para ela. Aproveitava qualquer oportunidade que tinha para sair de casa, pois não suportava a idéia de ficar naquele lugar mais tempo que o necessário
Sentiu um cheiro bom vindo da cozinha, e se entristeceu com isso, pois estava atrasada para o café da manhã. Mais motivos para brigas. Rapidamente penteou seus longos cabelos negros e desceu para se juntar àquela família que tanto repudiava.
Depois de cinco horas, caminhava por aquela paisagem cinza de dezembro, a caminho de casa, fingindo que ouvia seu irmão falar de suas notas medianas. Só conseguia pensar na bronca que iria levar quando aquele que chamava de pai descobrisse sua nota vermelha em aritmética.
Chegou em casa, disse olá para seus habitantes mas, como de costume, não recebeu resposta. Subiu as escadas, tirou o uniforme colocou-o na cadeira ao lado de sua cama e ficou se perguntando o porque de ter que usar saia e sapatos para ir à escola. Não conseguiu pensar em uma resposta digna e ficou reclamando de seu tão odiado uniforme escolar.
Desceu calmamente para o almoço com o boletim nas mãos. Entregou-o para seu pai e esperou por sua reação. Não a positiva por seu ótimo desempenho em todas as matérias, mas a negativa por ter falhado em uma. Olhava para as veias que apareciam em seu pé quando sentiu cinco dedos seguidos por um ardor em sua face direita, isso a fez despertar de seus pensamento para encarar seu pai que estava com aquele olhar de desprezo e descontentamento que tanto conhecia. Parou de ouvir a bronca quando os lábios de seu pai falaram que ela era o desgosto daquela família.
Passou o resto do dia morando em seus pensamentos.
À noite, sonhou novamente com o mundo manchado de vermelho, com os quadros. Percebeu que estava em sua casa, mas ela estava estranhamente calma, começou a escutar sua música favorita que vinha da sala, mas ninguém reclamava por estar tocando “aquela musica de gente velha e chata”. A casa estava deserta. Soraia se sentiu feliz por estar sozinha. Começou a ouvir uma voz acalentadora que surgia de seu interior e que não parava de repetir: “permita-me te guiar minha princesa, eu poderei criar esse mundo calmo e perfeito para você...”. Subiu as escadas, se deitou, e adormeceu ouvindo aquela doce voz e sua música. Acordou com sua mãe gritando que se não levantasse naquele instante, iria levar uma bela surra.
Agora, Soraia desejava a noite, para poder dormir e sonhar com aquele lugar que apenas na disposição das paredes e dos móveis se parecia com sua casa.
Depois de um par de meses, o sonho mudou. Estava deitada no tapete da sala escrevendo a partitura daquela música que tanto adorava quando ouviu passos se aproximando. Pensou que sua paz estava acabada, mas notou que aqueles passo não a deixava nervosa, mas ao contrário, a traziam uma sensação de paz.
Os passos pararam junto à porta da sala e a doce voz falou: “olá minha princesa.” Nesse instante ela se levantou e viu uma bela mulher uns dez anos mais velha que ela, usando um belo vestido branco rendado, cabelos separados em duas tranças e pés descalços. Soraia pediu para ela se sentar e ofereceu a ela o que comia, biscoitos de chocolate e leite. A moça sorriu e aceitou. As duas se sentaram no sofá e começaram a conversar. Nesse instante Soraia percebeu os finos e belos traços de sua convidada inesperada.
Conversaram sobre os desejos e sonhos de Soraia. De sua família, do quando gostava daquele mundo vermelho. Nesse instante a Moça de Branco falou que se ela permitisse, poderia transformar o mundo real no mundo vermelho que tanto gostava. Uma pontinha de dúvida surgiu no pensamento de Soraia, mas esta logo se foi, e ela disse sim. Logo após seu sim, a casa vermelha foi invadida por um barulho forte e não harmonioso que Soraia logo identificou como seu despertador.
Naquela tarde, sem saber ao certo o porque, Soraia decidiu visitar o sótão de sua casa, que guardava coisas de suas gerações passadas. Lá encontrou um baú que pertencera à sua avó. O abriu com cuidado e deu uma olhada dentro dele e ficou surpresa ao encontrar o vestido que a Moça de Branco usou na noite anterior. Sorriu para si mesma contente pelo achado e levou o vestido para seu quarto.
A noite chegou, e ela dormiu esperando ansiosamente para que o sonho chegasse.
Abriu os olhos e se deparou com o teto de seu quarto, sabia que estava em seu adorado mundo vermelho. Saiu rapidamente da cama e colocou o vestido de sua avó. Sentiu-se linda dentro dele. Desceu as escadas e chegou à sala onde viu a Moça de Branco, que a recepcionou com um largo sorriso.
Começaram a conversar - Soraia gostava de conversar com ela – e enquanto conversavam a Moça de Branco fez duas tranças no cabelo de Ellen, ao final da conversa as duas estavam iguais, exceto pela idade que aparentavam.
A Moça de Branco pediu para ver o resto da casa, e Soraia se dispôs a mostrá-la para ela. Passaram pela cozinha e foram para o andar de cima onde ficavam os quartos. Soraia abriu todos os cômodos da casa para que a Moça de Branco pudesse vê-los com clareza. Passou pelo quarto do irmão, e dos pais. Estranhou quando a Moça de Branco caminhou em volta da cama de cada um deles, mas preferiu não fazer perguntas.
O último cômodo que entraram foi seu próprio quarto. Lá, Soraia colocou novamente sua roupa de dormir e a Moça de Branco a colocou na cama, deu-lhe um beijo na testa e desejou-lhe boa noite. Antes de fechar a porta do quarto disse-lhe: “Pronto minha princesa, seu mundo vermelho está criado.” Soraia fechou os olhos e depois de poucos instantes o despertador começou a tocar.
Abriu as janelas e viu que o sol estava despertando. Tomou um demorado banho. Ao sair do banheiro notou respingos vermelhos no vestido branco, mas não se importou, talvez eles já estivessem lá. Desceu para tomar café da manhã e não viu ninguém. Preparou algo para comer, foi para a sala, colocou musica clássica no som e não ouviu nenhuma voz reclamando. Passou o dia na mais tranquila paz. Foi para a cama e dormiu. Ficou brincando a noite toda com a Moça de Branco. Acordou na hora certa para ir à escola. Vestiu o uniforme e enquanto descia as escadas estranhou mais um dia sem aqueles que habitavam a casa. Começou a imaginar o que estava acontecendo.
Ao voltar da escola viu viaturas paradas em frente ao que começou a considerar de lar e correu para saber o que estava acontecendo. Não quiseram revelar detalhes, mas sua família fora assassinada. O fato de Soraia não chorar ou demonstrar qualquer sentimento chocou os policiais que estavam no local do crime.
Ela agora era órfã. Pediu para continuar na casa, podia se virar sozinha – explicou para todos que estavam naquele lugar- mas estes a explicaram que ela não poderia ficar naquele lugar.
Dentro de uma viatura, seguia para a casa de uma tia que morava longe, a única que aceitou ficar com aquela menina estranha. Soraia olhou para o retrovisor do carro e viu a Moça de Branco, nesse instante seu coração se acalmou. Ela sabia que tudo ficaria bem.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Enjoy the Silence
Enjoy. the silence.
Words like violence
Break the silence
Come crashing in
Into my little world
Painful to me
Pierce right through me
Can't you understand
Oh my little girl
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm
Vows are spoken
To be broken
Feelings are intense
Words are trivial
Pleasures remain
So does the pain
Words are meaningless
And forgettable
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very
Unnecessary
They can only do harm
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
As 10 maiores palavras da Língua Potuguesa
- Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico (46 letras)
Relativo a uma doença pulmonar aguda causada pela aspiração de cinzas vulcânicas - Paraclorobenzilpirrolidinonetilbenzimidazol (43 letras)
Substância presente em medicamentos como o Ultraproct - Piperidinoetoxicarbometoxibenzofenona (37 letras)
Substância presente em medicamentos como o Baralgin - Tetrabrometacresolsulfonoftaleína (35 letras)
Termo específico da área de química - Dimetilaminofenildimetilpirazolona (34 letras)
Substância ativa em vários comprimidos para dor de cabeça - Hipopotomonstrosesquipedaliofobia (33 letras)
Doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar palavras grandes ou complicadas (ironia?) - Monosialotetraesosilgangliosideo (32 letras)
Substância presente em medicamentos como o sinaxial e o sygen - Anticonstitucionalissimamente (29 letras)
Maior advérbio da língua portuguesa, significa o mais alto grau de inconstitucionalidade - Oftalmotorrinolaringologista (28 letras)
Profissional especializado nas doenças dos olhos, ouvidos, nariz e garganta - Inconstitucionalissimamente (27 letras)
Sinônimo de anticonstitucionalissimamente
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Sumiço
Eu sei que sumi mas, como explicado aí em cima tô sem idéias pra post.
E a NET ainda não colabora comigo... aí, quando consigo usar a internet em algum lugar aleatório vou fazer outras coisas (e postar não está entre elas).
Bem, quando der eu posto.
\o
PS: Parabéns pelos 18 aninhos Thainá.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Manchas Escarlates, parte final
Ela lembra claramente que foi um dia regado a devaneios, sendo corroída pela dúvida de não saber se sobreviveria àquele dia que havia terminado tragicamente. Estava perdendo sangue aos poucos. Imaginou o corpo do marido, lembrou-se de todos os planos que havia feito. Não sabia se queria continuar viva. Apenas desejava que a dor parasse. Viu a luz do sol resistindo à densa cortina, a dor estava diminuindo... seu corpo parou de resistir às correntes que a amarravam... viu seu marido descendo as escadas com um belo sorriso no rosto. Mas quando se aproximou dela, o belo sorriso se transformou em um maquiavélico e aquele não era mais seu marido, mas sim o homem que a torturara... procurou força para gritar mas não a encontrou; nesse instante ele desapareceu como um fantasma. Estava delirando.
Lembra-se do telefone tocando, vozes às vezes histéricas e às vezes preocupadas falavam para uma secretária eletrônica. Será que demorariam para encontrá-la? Será que sentiriam falta dela?! O que seria da vida agora? Encontraria forças para seguir com sua vida caso sobrevivesse àquilo? Será que ele pagará pelo o que fez? Perguntas que ela não sabia a resposta.O sol começou a sumir da sala, a escuridão apareceu, e com ela, o desespero. Será que ele voltaria para torturá-la ainda mais?! Um dia se passara e ninguém a havia procurado. Será que estava fadada a morrer naquele lugar? Uma chuva fina começou a fazer barulho nas janelas de vidro, um vento frio invadiu a sala. O frio que sentia no seu coração estava se materializando no exterior.O sol estava aparecendo novamente na sala, mas a noite não levou consigo o frio. Estava pensando em como havia vivido até aquele momento, chegou à conclusão de que certamente iria para o inferno. Se arrependeu das escolhas erradas que fez no passado. Desejava ter tido a força necessária para lutar contra seu pai. Sabia que seu destino seria diferente se tivesse lutado. Imaginou um futuro diferente: nesse instante ela percebeu que aquele era o homem que sempre amou.Seus pensamentos foram interrompidos por alguém batendo na porta. A voz era de sua vizinha, tentou gritar mas não tinha força para tal, será que ela iria tentar abrir a porta? Um fio de esperança aqueceu seu peito. Ao ouvir a maçaneta girando, o barulho da porta se abrindo, percebeu que estava salva.Aos poucos foi voltando para sua nova vida. Havia cinco anos que estava em uma outra cidade, com um outro emprego e uma nova casa. Todos acharam que ela deveria fugir daquele local de péssimas lembranças. E assim foi feito. Fingia escutar o noticiário local quando ouviu a campainha tocar. Sentiu medo. Foi até a porta e hesitou ao abrí-la. Por ser cedo, abriu-a... Ao olhar na porta, o desespero tomou conta de seu corpo. A máscara de sorriso macabro e um pedaço de papel azul escrito "Agora sim chegou a sua vez" pousavam em seu tapete. Olhou desesperadamente para os lados, trancou a porta e ligou para a polícia. Nesse instante uma mão tampou sua boca e um corpo grande e forte a abraçou por trás. Rapidamente teve seus braços presos por uma algema, sua boca amordaçada e seus pés amarrados por uma corda. Ele olhou profundamente em seus olhos, tirou a mordaça e lhe beijou. Lágrimas começaram a escorrer por sua face nesse instante. Ela queria dizer algo, mas o medo havia levado sua voz embora. Ele a fez engolir a chave das algemas, pegou um saco plástico e colocou em sua cabeça amarrando-o bem forte. O ar em poucos minutos começou a ficar rarefeito dentro daquela armadilha plástica. Se debatia loucamente no chão, procurando por oxigênio em algum lugar... Seu corpo de repente parou.O último rosto que viu foi o de seu amor e carrasco. Ele caminhou em direção à maciça porta de madeira, girou a maçaneta, limpou os pés, e saiu de lá com a cabeça erguida e a sensação de dever cumprido. Ao longe, ouviu o barulho de sirenes vindo em direção àquela casa.
Estava terminado.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Manchas Escarlates, parte 02
Ele se levantou, colocou a taça na mesa ao lado do sofá soltou um suspiro de satisfação e começou a falar sobre coisas. Coisas que aconteceram em um passado: uma cadeia estadual, uma cela lotada, sofrimento, anos sem uma visita sequer... E coisas que aconteceram em um passado distante: um olhar, uma paixão de escola, um encontro, um namoro.
Isso fora suficiente para fazê-la lembrar de seu passado há muito esquecido. Ele, foi seu primeiro namorado. Era uma tarde de inverno, faziam um trabalho de quimica que ficou pronto bem antes do esperado. A casa estava vazia, e ficaria assim por mais três horas. Um abraço se tornou um beijo e esse beijo foi o caminho para a entrega... e em pouco tempo os dois estavam nus, explorando o corpo um do outro como dois vampiros sugando sangue novo. A inexperiência e o medo não os impediram de se entregar ao desejo e ao amor. Aconteceu ali mesmo, na sala de estar da casa dele. Um momento único de paixão, entrega e saciação. Ela, saiu da casa dele mulher, mais apaixonada e com a certeza do desejo de passar o resto da sua vida ao lado dele. Mas essa não foi a visão de seus pais, que fizeram com que aquele momento especial se tornasse um pesadelo. Seu pai falou que ela fora estuprada, e ela nada negou. Todos acreditaram. Ele, foi condenado ao cárcere, e ela, a consultas com um psicólogo para amenizar o "trauma". Agora sabia o porque de estar passando por aquilo... a sede que ele tinha não era de seu sangue, era de vingança.
Ele tocou seu rosto frio e suado, falou de como sua beleza não havia mudado, de como seu corpo continuava lindo e desejável... Falou que nesta noite ela iria passar por tudo que ele passou nos anos em que esteve na cadeia. Rapidamente ele se despiu. Começou a acaricia-la com mais desejo, passando suas grossas mãos por seus fartos e delicados seios. Ela sentiu nojo de si e dele, pediu inúmeras vezes para ele parar, mas isso apenas o motivou a continuar. Há quanto tempo estava sem tocar um corpo macio de mulher? Desejava aquilo desde o dia em que planejou sua vingança. Aquela era a hora do predador se deliciar com sua presa. Estava em cima dela. O fato dela estar amarrada só aumentava seu prazer. Ela estava chorando, implorando para ele parasse com aquilo. Ele deu um tapa em seu rosto e falou que estava apenas fazendo o que ela disse, cometendo o crime que o fez ir para a cadeia. Ele chegou no ápce do prazer, percebeu o quão bom era fazer aquilo.
Ela, continou chorando...
Agora, já vestido, falou para ela que iria faze-la sentir todos os sofrimentos que ele sentiu quando estava na cadeia. Com um pedaço de silver tape a amordaçou, pegou um alicate que estava posicionado na ponta da mesa e começou a arrancar-lhe as unhas, falando que cada uma representava as torturas sofridas por ele na cadeia. Seus gritos de dor foram abafados pela fita, mas seus olhos mostravam o quanto doía. Quando terminou, haviam dezessete unhas no carpete manchado de sangue. Para não infeccionar ele pegou um balde de alcool e mergulhou suas mãos e pés. Ele disse que se preocupava com sua saúde.
A única coisa em que ela conseguia pensar era no quanto queria morrer. Desejava isso profundamente... Seus pensamentos foram interrompidos pelo fino corte de uma lâmina, uma dor aguda passou por todo seu corpo e foi traduzido por uma lágrima que escorreu pelo seu rosto. O que era aquilo agora?! Sentiu outro corte em sua perna esquerda, e outro, e outro. Ele então parou e disse: "-Isso minha querida, são pelos dias que passei na cadeia" - o horror ficou claro em seu rosto - "ainda faltam dois mil cento e oitenta e seis cortes... olha que interessante faltam exatamente três horas para o nascer do sol. Temos tempo de sobra para fazer o que quisermos." Nesse momento ele a beijou nos lábios e continuou a corta-la.
O carpete estava escarlate por ter absorvido o sangue que escorria dos pequenos cortes. Seu corpo todo ardia... ela não suportava mais aquilo. "Será que ele não vai parar?" - pensou. Ele lentamente se afastou de seu corpo, foi até o bar e preparou outro martini. Olhou o relógio, faltava menos de meia hora para o sol iluminar aquela luxuosa sala de estar. Ele pegou a taça de martini, sentou-se no sofá e bebeu observando o que ele considerava ser uma obra de arte viva. Terminada a bebida, ele se levantou e se aproximou dela, olhou no fundo de seus olhos castanhos, falou algo que ela não conseguiu entendeu, estava quase desmaiando... Ele pegou o balde de álcool e jogou o líquido por seu corpo. A dor extrema a fez se contorcer despertar. Ele disse que estava na hora de ir... que adorou as horas de diversão. Ela olhou para ele pedindo piedade, ele virou para ela e disse: "Espero que alguém sinta sua falta e venha à sua procura, seria uma pena você morrer agora e dessa maneira...".
E lá ela ficou, amarrada em uma maca com um tecido não mais imaculado, nua, com o corpo sangrando, sentindo uma dor que nunca havia sentindo antes, torcendo para que alguém a resgatasse. Aos poucos foi perdendo a força que havia restado, então, seus olhos se fecharam enquanto o sol nascia.
sábado, 15 de agosto de 2009
Manchas Escarlates, parte 1
Ao abrir a porta viu que nada havia lá além de um pequeno pedaço de papel azul escrito "não se preocupe, ainda falta você".
Ela, nada entendeu, trancou a porta e subiu as escadas pensando no quanto trabalho teria para fazer ao amanhecer.
Ao abrir a porta de seu quarto, o choque... encontrou seu marido banhado em seu próprio sangue, sem vida. A primeira reação que teve foi gritar por socorro, mas ninguem a escutaria, já que todos os empregados naquele instante se encontravam na mesma situação que seu marido.
O desespero tomou conta de seu corpo... o assassino estava em seu lar. Ele poderia estar em qualquer lugar daquela enorme casa.
Agora o bilhete que ela encontrara na porta fazia sentido, ela seria a próxima... mas porque não a matara antes? Por que a deixara viva para ver o amor de sua vida morto?! Ela não sabia o que fazer...
Será que ele estava em seu quarto? Começou a procurar desesperadamente, constatou que não. Trancou a porta, e começou a chorar pelo seu marido, pegou o telefone para ligar para a polícia, ele estava mudo. "Será que ele cortou os fios do telefone?" - Pensou - "muito provavelmente". Lembrou-se do celular, procurou sua bolsa pelo quarto, mas parou ao se lembrar que sua bolsa que se encontrava na sala de estar, do outro lado da casa... procurou pelo celular do marido, não o encotrou. Viu uma marca de sangue onde ele deveria estar, o assassino o pegara.
Sentou-se em posição fetal e pensou, pensou no que poderia fazer para sair daquela situação, pensou no que seria da sua vida. Não conseguiu visualizar um futuro.
De repente, escutou passos do lado de fora do quarto, o medo apoderou-se dela mais uma vez, ela sabia que era aquele que matou o seu marido. Ele estava em frente a porta, imaginou o que ele estava pensando agora, será que ele tinha sede de sangue?! De seu sangue?! Pensou em abrir a porta e o ataca-lo, mas o que poderia naquele quarto se tornar uma arma?! Foi ao armário e procurou por algo, encontrou os tacos de golfe do marido. Lembrou-se da discussão que tiveram quando ele chegou em casa com os tacos novos, se arrependeu... uma lágrima caiu de seu pálido rosto, mas aquela não era hora para lágrimas, expulsou-a de suas bochechas manchadas de sangue alheio, respirou fundo e foi até a porta, destrancou-a. Nesse momento uma machadinha arrebenta a porta, ela percebeu que era tarde demais, como último fio de esperança, temendo por sua vida, correu e se trancou no banheiro... apenas alguns segundos para o assassino arrebentar a porta por completo e entrar no seu quarto. Ela sabia que seu taco de golfe não era nada comparado àquela arma que o assassino carregava... ela ouviu seus passos, estava agora a poucos metros dela... Ela podia sentir o gosto morte...
Viu novamente a lâmina da machadinha, sabia que aquela era a hora de morer, desejava aquilo, não aguentava mais aqueles momentos de terror... mal sabia ela o que estava para acontecer.
A porta arrebentou depois de algumas machadadas e um chute. Ela viu a figura daquele monstro, uma máscara com um sorriso macabro e olhos azuis penetrantes. Ela teve a sensação de já ter se encontrado com aqueles olhos antes, em algum momento da sua vida... Pensou rápido e bateu com o taco de golfe em sua cabeça, fazendo a máscara trincar revelando um belo cabelo dourado. Ele cambaleou e caiu, ela aproveitou para sair correndo, mas quando estava quase alcançado a porta, o assassino agarrou seus longos cabelos negros fazendo com que ela caísse no chão. Nesse momento ela soube que ele estava sorrindo...
Ela foi arrastada pelos cabelos escada abaixo, a única coisa que sua visão alcançava era uma lâmina suja de sangue que era carregada pela mão direita daquele homem. Chegou em sua sala de estar, mas notou que ela estava diferente, havia uma maca coberta por um tecido branco imaculado e uma mesa com algumas objetos que não conseguiu identificar.
Então, tudo enegreceu.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Dezenove.
Tá, chega de orkutice. =X
Então né, 3h da manhã e me pedem (leia: ela) pra escrever um post sobre o aniversário da criatura dona deste blog.
Não sei exatamente o que escrever aqui, mas:
Feliz aniversário, Ysa! \o/
Parabéns por ter completado dezenove aninhos, ou 6940 dias de vida. Que na sua jornada até os 20 você passe por infinitas felicidades e continue a sempre exibir ao mundo sua característica mais awesome: seu sorriso.
Cá estou, mesmo longe, desejando-lhe o melhor sempre. (E, possivelmente, te fazendo sorrir nas piores horas)
Sei que o melhor presente você não vai ganhar dessa vez, mas someday, somehow vai. ;D
=***
Te amo. <3
De seu namorado, um homem eterna e infinitamente apaixonado por você.
kthxbai. o/
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Equalize
"Às vezes se eu me distraio
Se eu não me vigio um instante
Me transporto pra perto de você
Já vi que não posso ficar tão solta
Me vem logo aquele cheiro
Que passa de você pra mim
Num fluxo perfeito
Enquanto você conversa e me beija
Ao mesmo tempo eu vejo
As suas cores no seu olho, tão de perto
Me balanço devagar
Como quando você me embala
O ritmo rola fácil
Parece que foi ensaiado
E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é
Eu vou equalizar você
Numa freqüência que só a gente sabe
Eu te transformei nessa canção
Pra poder te gravar em mim
Adoro essa sua cara de sono
E o timbre da sua voz
Que fica me dizendo coisas tão malucas
E que quase me mata de rir
Quando tenta me convencer
Que eu só fiquei aqui
Porque nós dois somos iguais
Até parece que você já tinha
O meu manual de instruções
Porque você decifra os meus sonhos
Porque você sabe o que eu gosto
E porque quando você me abraça
O mundo gira devagar
E o tempo é só meu
E ninguém registra a cena
De repente vira um filme
Todo em câmera lenta
E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é
Eu vou equalizar você
Numa freqüência que só a gente sabe
Eu te transformei nessa canção
Pra poder te gravar em mim (2x)"
Te amo <3
sábado, 18 de julho de 2009
Haets
- Pessoas que escutam música no auto-falante em lugares públicos;
- Irmão mais velho entrar no banheiro para tomar banho quando você está indo tomar banho;
- Pessoas beslicando quando estou cozinhando/dando palpites insinuando que não sei o que estou fazendo;
- Net saindo do ar;
- Bloqueio de palavras quando quero escrever;
- Pessoas que não entendem suas esquizitices;
- Copo molhado por fora;
- Pessoas atrasadas;
- Minha mãe de férias;
- Não ter coisas interessantes para ler;
- Lugares barulhentos, cheio de gente e sem ar puro;
- Funk;
- Pessoas extremamente religiosas;
- Emoticons no meio das frases no msn;
- Miguxes;
- Insert;
- O sol na minha cama quando quero desesperadamente dormir;
- Minha mãe me tirando do conforto para desligar a telvisão/pegar o controle/buscar café/fazer qualquer coisa;
- Ficar curiosa e não conseguir matar a curiosidade;
- Google fora do ar;
- Meu irmão quando acha que sou a empregada dele;
- Querer fazer algo e não poder;
- Acordar muito cedo para fazer alguma coisa que demora menos que 1 hora;
- Mais de 1 mês sem chover;
- Fumaça;
- Queimar comida;
- Cozinhar só para mim;
- Não achar minhas coisas;
- Gente mexendo nas minhas coisas;
- Ver minha mãe com aquela roupa que eu ia usar;
- Ser acusada daquilo que não fiz;
- Não lembrar de algo quando preciso;
- Trabalhos em grupo;
- Meu celular;
- Pessoas chatas que se acham legais;
- Minhas fitas sumirem;
- Saquearem meu estoque de balinhas;
- Msn dando pala;
- Sites de universidade;
- Pessoas aleatórias querendo saber da minha vida;
- Descobrir que a roupa que queria usar está molhada;
- Calçado apertado;
- Sumir meus materiais de papelaria;
- Arrumar as coisas;
- Calor;
- Ver o ônibus passando quando estou chegando na parada;
- Explicar as coisas mais de três vezes;
- Internet lenta;
- Fazer download com o limite estourado;
- Bêbados;
- Flamengo;
- Ficar batendo em tudo;
- Ligar para alguem e esse alguem não atender;
- Chinela molhada;
- Academia;
- *.PPT.
- Tomar banho frio.
- Pessoas falando mais de três vezes a mesma coisa;
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Dia mundial do rock
o estilo musical predominante na minha vida é o rock. Não consigo me ver ouvindo outra coisa. Assim como milhões de pessoas ao redor do mundo, a trilha sonora da minha vida é regada por acordes de uma guitarra, notas de um contra-baixo e solos de bateria.
Escuto Rock'n'Roll desde muito pequena, quando meus pais ouviam The Beatles e Elvis Presley.
Sem mais delongas, aí em baixo tem uma listinha que era para ser de 10 musicas, mas acabou que ficou um pouquinho (pouquinho... sey...) maior.
A lista está sem ordem, apenas fui lembrando e escrevendo.
- Elvis Presley - A litlle less conversation (outra versão)
- Radiohead - There There
- Audioslave - Like a Stone
- Foo Fighters - The Pretender
- Rammstein - Sonne
- The Killers - Somebody told me
- Metallica - Nothing else Matters
- Niravana - Smells Like Teen Sprit
- Pearl Jam - I am Mine
- Beat Crusaders- Tonight Tonight Tonight
- Oasis - Wonderwall
- Arctic Monkeys - Teddy Picker
- Serj Tankian - Sky is Over
- Beatles - Help!
- Pink Floyd - Wish you were here
- Linkin Park - Leave out all the rest
- Guns'n'Roses - November Rain
- Queen - Crazy little thing called love
- Depeche Mode - Enjoy the Silence
- Dire Straits - Walk of Life
Ainda falta muita musica, muita banda (inclusive rock nacional), mas se colocasse todas, a lista seria gigante... devo dizer que de algumas banda foi bem complicado escolher uma música... mas a vida é assim, cheia de escolhas difíceis! =P
Bem, é isso...
Enjoy!
Ah! Normal...

Hoje é o aniversário de 3 aninhos do Normal!
Se não fosse por esse blog não teria encontrado a pessoa mais importante ever!
Parabéns! ^^
Acho que vai ser dazora! =]
\o/
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Pizza!
Independente da hora, pizza é sempre bem vinda: com os amigos, sozinho, com seu amor numa noite de sábado, no café da manhã (aquela que sobrou da noite anterior), no almoço, na janta... Indo à pizzaria ou pedindo por telefone mesmo...
Pizza sempre é uma boa pedida! ;}
PARABÉNS PIZZA! \o/
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Frase do dia: 19.06.09
Gostaria de ser como o vento, para estar sempre com eles, fazendo com que sigam em frente.Secando-os depois da tempestade, dando meu sopro de brisa nos dias quentes.
Mas a vida não me permite isso. E me contento em saber que eles existem. E, em minha mente, desejo tudo o que de melhor possa haver."
by: Lahiri
sábado, 27 de junho de 2009
Halo
"Remember those walls I built
Well, baby they're tumbling down
And they didn't even put up a fight
They didn't even make up a sound
I found a way to let you in
But I never really had a doubt
Standing in the light of your halo
I got my angel now
It's like I've been awakened
Every rule I had you breaking
It's the risk that I'm taking
I ain't never gonna shut you out
Everywhere I'm looking now
I'm surrounded by your embrace
Baby I can see your halo
You know you're my saving grace
You're everything I need and more
It's written all over your face
Baby I can feel your halo
Pray it won't fade away
Do your halo halo halo
I can see your halo halo halo
Do your halo halo halo
I can see your halo halo halo
Hit me like a ray of sun
Burning through my darkest night
You're the only one that I want
Think I'm addicted to your light
I swore I'd never fall again
But this don't even feel like falling
Gravity can't forget
To pull me back to the ground again
Feels like I've been awakened
Every rule I had you breaking
The risk that I'm taking
I'm never gonna shut you out
Everywhere I'm looking now
I'm surrounded by your embrace
Baby I can see your halo
You know you're my saving grace
You're everything I need and more
It's written all over your face
Baby I can feel your halo
Pray it won't fade away
I can feel your halo halo halo
I can see your halo halo halo
I can feel your halo halo halo
I can see your halo halo halo
I can feel your halo halo halo
I can see your halo halo halo
I can feel your halo halo halo
I can see your halo halo halo
Halo, halo
Everywhere I'm looking now
I'm surrounded by your embrace
Baby I can see your halo
You know you're my saving grace
You're everything I need and more
It's written all over your face
Baby I can feel your halo
Pray it won't fade away
I can feel your halo halo halo
I can see your halo halo halo
I can feel your halo halo halo
I can see your halo halo halo"
Linda música...me faz lembrar dele <3
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Passe Livre no DF
Leia mais
Finalmente estamos a uma assinatura do passe livre...
Fonte: Correio Braziliense
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Lugar Nenhum - Neil Gaiman

Neverwhere ( pt: Lugar Nenhum) foi uma série criada em 1996 para a Rede Britânica BBC por Neil Gaiman e Lenny Henry e foi ao ar em seis episódios. Após uma década de sua criação é lançado no Brasil com o título Lugar Nenhum e no formato de romance.
A história narra a saga do jovem escocês Richard Mayhew após encontrar uma garota misteriosa e ferida no meio da rua e decide ajudá-la. A partir daí sua vida entra num rodamoinho de aventuras e fantasias aterradoras para qualquer ser humano normal. Por seu ato nobre ele deixa de pertencer a sua vida e caminha por uma outra Londres, a Londres-de-Baixo. Lá entra em contato com seres fantásticos e mágicos e percebe não se encaixar mais em lugar algum, além de encarar um novo mundo que funciona com regras diferentes da que está habituado e com seres que desconhecem os códigos de sobrevivência da Londres-de-Cima.
___________
Uma história envolvente, surpreendente e mágica, que nos faz imaginar e consequentemente viajar para um lugar onde tudo é possível... desde uma família com a habilidade de abrir portas que nem mesmo existem a um mercado que acontece nos mais improváveis lugares onde todas as pessoas, amigas e inimigas, convivem em paz.
Mais uma obra prima do gênio, Neil Gaiman...
Está mais que recomendado...
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Cosplay Susan Boyle - Kodama 2009
Fiquei sabendo que ele fez muito sucesso.
sábado, 13 de junho de 2009
12 de junho.
"Where is the moment we needed the most
You kick up the leaves and the magic is lost
They tell me your blue skies fade to grey
They tell me your passion's gone away
And I don't need no carryin' on
You stand in the line just to hit a new low
You're faking a smile with the coffee to go
You tell me your life's been way off line
You're falling to pieces everytime
And I don't need no carryin' on
Because you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day
You had a bad day
Well you need a blue sky holiday
The point is they laugh at what you say
And I don't need no carryin' on
You had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day
(Oh.. Holiday..)
Sometimes the system goes on the blink
And the whole thing turns out wrong
You might not make it back and you know
That you could be well oh that strong
And I'm not wrong
So where is the passion when you need it the most
Oh you and I
You kick up the leaves and the magic is lost
Because you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
You've seen what you like
And how does it feel for one more time
You had a bad day
You had a bad day"
Feliz dia dos namorados para quem a data se aplica <3
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Dia de Camões
Vai aí a obra mais conhecida dele, e um dos texto sobre amor mais bonitos que eu já vi
Amor é fogo que se arde sem se ver - Luiz Vaz de Camões
Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?
domingo, 31 de maio de 2009
I started a Joke
"I started a joke
Which started the whole world crying
But I didn't see
That the joke was on me
I started to cry
Which started the whole world laughing
Oh if I'd only seen
That the joke was on me
I looked at the skies
Running my hands over my eyes
And I fell out of bed
Hurting my head from things that I said
'Till I finally died
Which started the whole world living
Oh if I'd only seen that the joke was on me
I looked at the skies
Running my hands
Over my eyes
And I fell out of bed
Hurting my head from things that I said
'Till I finally died
Which started the whole world living
Oh if I'd only seen that the joke was on me
Oh no! that the joke was on me
Oh..."
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Imagem do dia...
Farol <3
Quero me aquecer com teu calor.
me arrepiar com o teu toque,
me hipinotizar no teu olhar,
me aconchegar no teu abraço,
me perder no teu sorriso,
me apaixonar pelo teu beijo,
dormir ao som da tua doce voz...
Vem! vem comigo,
Passar manhãs açucaradas e cheias de ternura
Vem!
Passar as tardes feitas de amor e iluminadas pela estrela.
Vem comigo!
Passar noites inesquecíveis de confissões a luz da lua...
Vem me amar... com a intensidade que te amo...
By: me...
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Nada a Ver 2.0
Bem diferente do que estou acostumada. lol
Graças a outra pessoa que manda nesse adorado blog, isso foi possível. (Tenho um certo problema para mexer com essas coisas sabe...)
Bem, é isso.
=P
domingo, 24 de maio de 2009
Anime Friends...

É, eu vou para o Anime Friends 2009.
Nunca imaginei que iria para um evento lá em São Paulo, mas as voltas que o mundo dá fez com que a viagem fosse possível, tudo se encaixou perfeitamente...
Sempre tive vontade de ir pra lá, mas o objetivo principal da coisa não é prestigiar o evento, nem comprar coisinhas que sempre quis, é encontrar pessoalmente um querido amigo que conheço a mais de um ano... o Lu.
Espero que não esteja tão lotado quanto imagino...
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Untitled 1
percebo que você sorri também.
(seu sorriso me traz alegria)
Vamos ao encontro um do outro
e nos abraçamos longamente.
(seu abraço me traz aconchego)
Escolhemos um lugar para nos sentar
começamos uma agradável conversa.
(sua voz me traz paz)
Sinto vontade de te beijar, e sei que você sente o mesmo
acabamos nos rendendo aos nosso desejos.
(seu beijo me traz paixão)
Saímos dali numa caminhada à luz do por-do-sol
você segura na minha mão.
(seu toque me traz calor)
Mas então acordo e vejo o sol iluminar meu quarto
Descubro que tudo isso não se passou de um sonho.
(e a despedida, trouxe tristeza ao meu coração).
PS: Roubei o título da música do Keane por falta de idéias para o título.
domingo, 17 de maio de 2009
Fila de banco.
Esta estava cheia de pessoas de mais idade, bem mais idade... tinha uma lá quase mumificada já, mas tudo bem. Voltando...
Peguei humildemente minha senha (número 74, estava na 65) sentei-me e comecei a fazer palavras para passar o tempo, até que vejo uma velinha furar fila descaradamente. Não fiquei chocada porque ela estava passando na minha frente, a senha dela era a 71, mas fiquei chocada por ela passar na frente da mumificada, que aparentaca ser bem mais velha que ela.
Enquanto aguradava, a velinha que estava na minha frente começou a puxar assunto comigo, sei lá, acho que tenho cara de pessoa legal, só pode...
A velinha me contou uma porrada de coisa, desde que ela gosta de unhas grandes, morava com o filho e tinha um gato, até que ela nunca ia sozinha ao banco porque os bandidos ficam do lado de fora do banco para assaltar as pessoas que saem do banco. Até conselho ouvi...
Pelo menos "conversar com a velhinha me deu algumas vantagens.
Quando a idosa que cortou fila saiu do atendimento, ela deu a senha dela para a Gertrudes (idosa que conversou comigo), que por sua vez me deu a senha porque ela já estava indo embora. Acabei ficando com a senha 71, alguns números a frente.
Moral da história: Dê atenção aos mais velhos, você nunca sabe quando vai ganhar presente.